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Mensagem do Provedor

Plano e Orçamento para a Consolidação

 

Conforme prevê o disposto na alínea a) do Artigo 27º do Compromisso da Santa Casa da Misericórdia de Montalegre, vem a Mesa Administrativa apresentar o PLANO DE AÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2019, que se resume a um plano de consolidação dos serviços.

Apresentamos desde já os documentos essenciais da instituição, o organograma, o mapa de pessoal geral e a listagem dos Órgão Sociais.

Em 2018 definiu-se um plano para o crescimento tendo em conta a abertura da UCC. Ultrapassado esse período, e embora persista o trabalho de adaptação às grandes exigências, avançamos este ano para a consolidação tendo em conta a satisfação de uma boa e rigorosa funcionalidade em termos de recursos humanos, serviços, ações e enquadramento financeiro.

O plano continua centrado nos recursos humanos, na formação, na qualidade dos serviços e na melhor prestação de cuidados aos utentes. Refere uma serie de iniciativas recorrentes e outras novas, ficando abertura para ao longo do ano podermos alterar e realizar outras e estabelecer cooperação com organizações, incluindo a nossa ajuda e colaboração com todas as entidades e sociedade civil, no sentido de valorização da cidadania, dos valores sociais, das manifestações culturais e da dignidade da pessoa humana. Claro que tudo isto tem o seu reflexo no orçamento que é sempre limitado. A fonte da receita não aumenta, é em função do número de utentes, e insuficiente tendo em conta as exigências e as condições próprias das instalações e da própria região. E os gastos, por mais que se deva fazer e agradar, estão limitados cada vez mais porque as exigências são cada vez maiores e os meios cada vez menos.

Com a creche, estruturalmente deficitária e com um edifício há 40 anos sem qualquer remodelação de fundo, a UCC muito problemática na sua exploração, a ERPI com instalações e equipamentos antigos, o plano para a sustentabilidade é muito exigente, mas imprescindível para o futuro da Misericórdia. Temos, por isso, regras cada vez mais apertadas de despesa em todas as áreas. Mas mesmo neste cenário, que é real, temos de encontrar solução para o aumento que o salário mínimo implica e para a necessária valorização geral de todos os recursos humanos.

Continuaremos o esforço para encontrar sempre as melhores soluções, de forma a reforçar o necessário espírito de equipa e coesão da Misericórdia, sendo indispensáveis para esta tarefa todos os trabalhadores da instituição a quem desde já agradecemos toda a colaboração. E é preciso referir que o crescimento dos serviços da Misericórdia se podem medir por mais 50% de utentes e mais 75% de despesa, e na passagem de 50 para 95 postos de trabalho. Agora, o que está em causa é a consolidação do serviço social aos que mais precisam, mas também a participação na economia local com a manutenção de 95 postos de trabalho na nossa terra.

Montalegre, novembro de 2018

 

O Provedor

Fernando Rodrigues